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terça-feira, 28 de agosto de 2012

Mercado reduz projeção de crescimento da economia do Brasil para 1,73% em 2012

RIO DE JANEIRO - O mercado financeiro reduziu sua projeção para o crescimento econômico do Brasil neste ano para 1,73%, contra 1,75% da semana passada, segundo pesquisa divulgada nesta segunda-feira (27) pelo Banco Central. Esta é a quarta semana consecutiva que os economistas das instituições financeiras, consultados pela pesquisa Focus do Banco Central, revisam a previsão para o Produto Interno Bruto (PIB). Se as previsões de mercado forem confirmadas, o Brasil registrará seu menor crescimento desde 2009 (-0,6%). Os analistas, no entanto, mantiveram em 4% a projeção para o crescimento da economia em 2013. Os especialistas atribuem a desaceleração da economia ao mau desempenho da indústria, o setor mais afetado pela crise econômica internacional, que diminuiu a demanda no exterior e a competitividade e encareceu o crédito. O mercado prevê que a indústria fechará o ano com uma retração de 1,55%, frente à contração de 1,2% esperada há uma semana. Os economistas consideram que a produção das fábricas só será recuperada no próximo ano, quando o setor registrará um crescimento de 4,5%. O Governo, que no começo do ano esperava um crescimento de 4,5%, admite que o resultado será inferior a 3%. As autoridades anunciaram, nos últimos meses, várias medidas de estímulo aos setores mais afetados pela crise, principalmente de redução de impostos sobre a produção e dos custos trabalhistas. Entre as medidas, destacam o plano de concessões ao setor privado de R$ 133 bilhões, anunciado há duas semanas, que prevê a construção e ampliação de 7.500 quilômetros de estradas e de 10.000 quilômetros de ferrovias. O mercado também voltou a revisar, pela sétima semana consecutiva, a projeção para a inflação de 2012, que passou de 5,15% a 5,19%. A previsão da inflação para 2013 foi mantida em 5,5% pela nona semana seguida. Ambas as projeções situam a inflação dentro da meta oficial de 4,5% anual, embora esse objetivo admita uma margem de tolerância de dois pontos percentuais, permitindo que o índice chegue a 6,5%.

Fonte: Agência EFE

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