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A COLOGEA - Consultoria em Logística e Gestão Ambiental, é uma empresa que tem uma missão de cunho social, ambiental e científico. Busca prestar um serviço de informação, formação e logística reversa que atenda as mais variadas vertentes, que vai desde o estudante secundarista as grandes empresas transnacionais. Acreditamos que é possivel viver de modo harmonizado com o planeta, formando e conscientizando cidadãos. Diante dessa visão, trabalhamos na perspectiva de cada vez mais criar soluções que atenuem os impactos ambientais causados pela sociedade de consumo. CONTATO: (81) 9712-9291 / (81) 8668-1335 - jamersonsreis@gmail.com

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

O ano das queimadas no Brasil



Segundo o site Greenpeace Brasil, este é o ano das queimadas no país. O numero de focos de queimadas aumentaram em 100% em relação a 2009. Esse período de baixa umidade em praticamente todo o país é propício para ocorrências de grandes queimadas. Florestas, parques, reservas e inclusive a Amazônia, estão sofrendo com o ar seco.
Naturalmente, acidentalmente ou causados por ações criminosas de pessoas inconseqüentes, os incêndios são responsáveis pela perda de grande parte de nosso patrimônio ambiental, principalmente devido às dificuldades do combate aos focos e às queimadas em determinadas áreas. O estrago causado anualmente não possibilita tempo de recuperação por parte das plantas e animais afetados, provocando o encurralamento das populações animais e vegetais resultando no enfraquecimento genético das espécies.
Esse aumento das queimadas e o ar seco e poluído das grandes cidades brasileiras já romperam os padrões estabelecidos pela OMS, tendo São Paulo com o pior ar e no Mato Grosso a situação mais visível, uma constante nuvem cinza sobre as cidades.
Dentre as áreas de preservação brasileiras o que mais impressiona é o incêndio na Ilha do Bananal no Tocantins, maior ilha fluvial do mundo. 10 mil quilômetros quadrados da ilha foram destruídos, cerca de 45% da área total, que tem 1,916 milhão de hectares.
Flora e fauna a parte, não lembro de ter ouvido falar em nenhum turista vítima de queimadas durante passeios, mas é bom nos precavermos para evitar o envolvimento com o fogo inimigo.
A principal atitude está em tomar o máximo de cuidado com os objetos que podem provocar faíscas, principalmente pontas de cigarro. Esse cuidado consiste não somente em seus pertences, mas também na atenção com as pessoas ao seu redor. Nem todos têm a mesma consciência ambiental e uma atitude simples de colher um lixo alheio no meio da vegetação pode servir de exemplo a muitos.
Quando for acampar procure se estabelecer em um local seguro, evite ficar perto do capim seco onde o fogo possa se alastrar, busque por áreas mais limpas e fique sempre atento a sinais de fumaça. O ideal é ficar próximo de onde se tenha água potável, com solo próprio para fixar e armar a barraca e, no caso de uma eventual chuva, onde aconteça o fácil escoamento da água fluvial. Lembre-se de, sempre que possível, ficar comunicável via celular, pager ou outra ferramenta. É importante deixar avisado a alguém do local onde se vai, se possível com horários de partida e chegada.
A consciência individual é uma forma de pensar e agir pelo coletivo. Nos dias de hoje as ações coletivas em prol do meio ambiente são cada vez mais necessárias. O fato é que o ritmo da destruição está muito acelerado, enquanto o crescimento populacional e a economia pressionam o maior consumo de recursos naturais. A missão de quem tem esse compromisso com a preservação é agir em prol do equilíbrio e educar as futuras gerações para um comportamento mais respeitoso com o equilíbrio do planeta.

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