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terça-feira, 11 de setembro de 2012

Inicialmente, a iniciativa fomentará a cadeia dos três principais produtos: açaí, castanha-do-brasil e cipó-titica. Depois será ampliado

Sophia Gebrim

Castanha-do-Brasil: um dos três produtos a serem beneficiados no início do programa

Fomentar a cadeia produtiva do açaí, castanha-do-brasil e cipó-titica com iniciativas de apoio ao manejo e comercialização desses produtos, originários da sociobiodiversidade amapaense, são os objetivos do Programa Pro-Extrativismo, lançado em Macapá, durante a 49ª Expofeira Agropecuária do Amapá. O programa conta com apoio dos ministérios do Meio Ambiente (MMA) e Desenvolvimento Agrário (MDA) e segue a linha do Plano Nacional de Promoção das Cadeias de Produtos da Sociobiodiversidade (PNPSB). “O programa é um reconhecimento da importância econômica dos produtos da sociobiodiversidade, contribuindo, dessa forma, para o fortalecimento dos arranjos produtivos locais (APLs), gerando emprego e renda para centenas de comunidades que vivem da comercialização desses produtos”, destaca a secretária substituta de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do MMA, Larisa Gaivizzo. Inicialmente, o Pro-Extrativismo fomentará a cadeia dos três principais produtos extrativistas do Amapá: açaí, castanha-do-brasil e cipó-titica. A expectativa é, no futuro, ampliar a iniciativa para outros produtos.
MELHORES POLÍTICAS

Como parte das atividades de lançamento do programa, durante todo o dia estão sendo discutidos assuntos relacionados à sociobiodiversidade, APLs, mercados, consumidores e benefícios sociais da iniciativa. “Representantes do MMA, que executa o Plano da Sociobiodiversidade por meio da SEDR, além de MDA, sociedade e governo estadual estarão em constante diálogo para definir quais as melhores políticas públicas de apoio ao manejo, escoamento da produção e mercado para os produtos da sociobiodiversidade”, detalha a secretária. Para a implantação e execução do Programa Pro-Extrativismo no Amapá serão usados recursos do Programa Territorial da Agricultura Familiar (Protaf), do Fundo de Desenvolvimento Rural do Amapá (Frap) e do Fundo de Apoio ao Microempreendor e ao Desenvolvimento do Artesanato do Amapá (Fundmicro).

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