COLOGEA

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A COLOGEA - Consultoria em Logística e Gestão Ambiental, é uma empresa que tem uma missão de cunho social, ambiental e científico. Busca prestar um serviço de informação, formação e logística reversa que atenda as mais variadas vertentes, que vai desde o estudante secundarista as grandes empresas transnacionais. Acreditamos que é possivel viver de modo harmonizado com o planeta, formando e conscientizando cidadãos. Diante dessa visão, trabalhamos na perspectiva de cada vez mais criar soluções que atenuem os impactos ambientais causados pela sociedade de consumo. CONTATO: (81) 9712-9291 / (81) 8668-1335 - jamersonsreis@gmail.com

quinta-feira, 31 de maio de 2012

É a primeira vez que temos uma crise que fazemos os pobres serem menos pobres.

Europa quer transformar crise política em crise econômica, diz Lula
Agência Brasil

O ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva disse ontem (30) que os países europeus estão "tentando transformar uma crise política em crise econômica". Segundo ele, falta decisão política para resolver a crise, que poderia ser solucionada se os países ricos investissem no desenvolvimento social e no consumo de suas sociedades.
"É a primeira vez que temos uma crise que fazemos os pobres serem menos pobres. [Os países da Europa devem] gastar menos dinheiro para livrar a cara dos banqueiros e ajudar os pobres. Em vez de cuidar do banco, a gente tem de cuidar do povo", disse Lula.
O desenvolvimento sustentável também foi lembrado por Lula. Para ele, os países ricos devem pagar pela manutenção das florestas dos países da América Latina e da África. "Vai ter a Rio +20 [Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável]. Queremos ser levados em conta em relação àquilo que a gente está propondo [na área ambiental]".
O ex-presidente discursou ontem (30) no Fórum Ministerial de Desenvolvimento, em Brasília, evento cujo debate é focado em temas econômicos e sociais. Essa é a primeira vez que o Brasil sedia o evento. Lula elogiou o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) pela produção do evento. Segundo ele, antes não havia espaço para discutir experiências sociais bem sucedidas.
"O sucesso das coisas que aconteceram foi exatamente a gente priorizar o que era tratado de forma secundária. No mundo inteiro, pobre era tratado como estatística e não como ser humano. Pobre é muito reconhecido em época de eleição", disse o ex-presidente.
Lula destacou os programas sociais que desenvolveu durante seu governo, como o Fome Zero e o Bolsa Família. "O Brasil tem algumas experiências que podem contribuir para isso, incluir o pobre como cidadão da história e não como coadjuvante. Poderia orgulhosamente dizer que tiramos 28 milhões da pobreza extrema. Quem ousasse cuidar de pobre era chamado de populista, assistencialista e demagogo".
Ele também elogiou a presidenta Dilma Rousseff ao dizer que ela deveria servir de exemplo para os países ricos. "Ao assumir o governo teve o papel de manter com a sensibilidade de mãe. Ela será sempre justa e é com essa convicção que vejo a presidenta governar o país". Lula também criticou as pessoas que não acreditavam na eleição de Dilma. "Diziam que a Dilma era um poste, que nunca foi política, nunca foi vereadora, prefeita, que ela é muito dura. Dura quando o necessário, mas meiga 90% do dia".
O ex-presidente destacou ainda o programa Brasil sem Miséria, lançado há um ano. "[O programa] vai procurar os pobres que não foram colocados no Bolsa Família. São mais de 800 mil pessoas localizadas, mais 800 mil consumidores nesse país. É o pobre comprando o que comer".
Lula apenas discursou no Fórum Ministerial de Desenvolvimento e não conversou com os jornalistas.

"Flame"

Vírus de computador atingiu indústria do petróleo do Irã
 Agência Estado


A indústria do petróleo do Irã foi afetada por um curto período de tempo pelo poderoso vírus de computador conhecido como "Flame", com capacidade sem precedentes para capturar dados e espionar usuários, disse Gholam Reza Jalali, que dirige uma unidade militar encarregada de combater a sabotagem.
O comentário dele é a primeira ligação direta entre o surgimento do novo vírus e do ataque dentro de um sistema de computador bastante sensível no Irã, cuja receita com o petróleo responde por 80% de sua renda. A total extensão dos danos causados pelo vírus no mês passado não foi fornecida, mas o Irã foi forçado a cortar a internet com o principal terminal de exportação do país, presumivelmente para tentar conter a ameaça.
Se o caso se confirmar, será o mais recente vírus a invadir as defesas dos computadores do Irã nos últimos dois anos, aumentando os rumores de que programadores israelense podem ter agido de novo. Na terça-feira, o vice-primeiro-ministro israelense, Moshe Yaalon, alimentou as especulações de que Israel, conhecido pela inovação tecnológica e pela campanha incansável contra o programa nuclear de Teerã, poderia ter lançado o vírus.
A autoridade israelense disse que, "quem vê a ameaça iraniana como uma ameaça significativa, pode tomar várias medidas, incluindo essa (ataque cibernético)". "Israel é abençoado com alta tecnologia e contamos com as ferramentas que abrem todos os tipos de oportunidades para nós."

Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=94724&codp=76&codni=3

Estiagem

AGRONEGÓCIOS Notícia da edição impressa de 31/05/2012
Estiagem reduz abates em frigoríficos de aves
FREDY VIEIRA/JC
Segundo a Asgav, seca já comprometeu em 5% o volume no Estado
Segundo a Asgav, seca já comprometeu em 5% o volume no Estado
A estiagem no Rio Grande do Sul está reduzindo o trabalho em alguns abatedouros de aves gaúchos localizados em áreas mais afetadas pela falta de água. Na Serra, alguns frigoríficos já planejam suspender a produção devido às dificuldades de obter a água necessária para cumprir as normas de higiene determinadas pelo Ministério da Agricultura.

Segundo José Eduardo dos Santos, diretor-executivo da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), muitas empresas estão adotando o racionamento para evitar a paralisação total da produção. “O setor está em alerta desde o verão, e a situação tem se agravado nos últimos dias. Se a disponibilidade de água não se readequar em breve, não há como manter os níveis normais de abate.” As dificuldades têm levado várias empresas a gastar mais recursos para providenciar o transporte de água, encarecendo ainda mais os custos de produção. Santos não descarta a possibilidade de suspensão das operações em algumas unidades caso a estiagem prossiga, especialmente nos municípios que decretarem racionamento.  Conforme o dirigente da Asgav, a seca já reduziu em cerca de 5% os abates de aves no Estado.

Por enquanto, as dificuldades estão centralizadas apenas nos abatedouros de aves, a maioria deles situados na Serra e no Vale do Taquari. Segundo Zilmar Moussale, diretor-executivo do Sindicato das Indústrias de Carnes do Estado, as indústrias de carne bovina não estão enfrentando problemas, principalmente devido à sua concentração regional. No caso dos suínos, os abates também estão prosseguindo normalmente. “Algumas empresas acabam sofrendo a necessidade de obter água de outras fontes, mas isso não afetou as operações”, destaca Rogério Kerber, diretor-executivo do Sindicato das Indústrias de Produtos Suínos do Estado.

Moradores estão inconformados com o crime ambiental

MPPE diz que Prefeitura do Recife deve derrubar imóveis no Jiquiá

Manguezal é Área de Proteção Permanente (APP) e está sendo invadido.
Moradores estão inconformados com o crime ambiental.

Do G1 PE
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O Ministério Público de Pernambuco recomendou à Prefeitura do Recife a derrubada dos imóveis construídos na área de manguezal do Jiquiá. A área virou abrigo para entulhos e sofre com o desmatamento por causa de construções irregulares. Os moradores estão inconformados com o crime ambiental que vem acontecendo há várias semanas.
Desde a última visita da reportagem da TV Globo, a Área de Proteção Permanente (APP) continua sofrendo: mais árvores foram derrubadas e a quantidade de entulho também aumentou. Terrenos continuam demarcados e prontos para serem invadidos. Uma das casas ganhou mais um cômodo, um poste na frente e uma ligação de energia elétrica aparentemente clandestina.
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Os moradores dizem que o aterro e o desmatamento não estão acontecendo só na calada da noite. Há 15 dias um trator que derrubava livremente as árvores foi apreendido pela brigada ambiental em plena luz do dia. "É um sentimento de que o que está acontecendo vai, cada vez mais, se agravar, a natureza perde com isso e a comunidade perde também", afirma o empresário Alberto Epitácio. Os moradores ainda registraram o momento em que um caminhão da Prefeitura do Recife retirava as árvores cortadas.
A Secretaria de Meio Ambiente admite que o trabalho de limpeza foi mesmo feito por funcionários públicos. O secretário revela que o município está preparando uma ação para o mangue do Jiquiá. "Está sendo elaborado um plano que vai atender exatamente essas necessidades: retirar as pessoas que lá estão e depois manter o monitoramento com a brigada ambiental para que a gente possa reflorestar a área", afirma Marcelo Rodrigues. Ele promete solucionar o problema dentro de 15 a 20 dias.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Código Florestal


Código Florestal: conheça os vetos da presidenta Dilma Rousseff

A finalidade do governo foi a de não permitir anistia a quem desmatou e a de proibir a produção agropecuária em áreas de proteção permanente

por Ivan Richard, da Agência Brasil Fonte: NATIONAL GEOGRAPHIC BRASIL ONLINE
Fábio Colombini
Cipó na Mata Atlântica - Calendário Fábio Colombini
 Fábio Colombini

A Medida Provisória publicada nesta terça-feira (28) foi uma forma de o governo evitar lacunas no texto final
Os vetos de 12 artigos do texto do novo Código Florestal, pela presidenta Dilma Rousseff, resgatam o teor do acordo firmado entre os líderes partidários e o governo durante a tramitação da proposta no Senado. A finalidade do governo foi a de não permitir anistia a quem desmatou e a de proibir a produção agropecuária em áreas de proteção permanente, as APPs.
O Artigo 1º, que foi modificado pelos deputados após aprovação da proposta no Senado, foi vetado. Na medida provisória (MP) publicada nesta segunda-feira (28) no Diário Oficial da União, o Palácio do Planalto devolve ao texto do Código Florestal os princípios que haviam sido incorporados no Senado e suprimidos, posteriormente, na segunda votação na Câmara. A MP foi o instrumento usado pelo governo para evitar lacunas no texto final.
Também foi vetado o Inciso 11 do Artigo 3º da lei, que trata das atividades eventuais ou de baixo impacto. O veto retirou do texto o chamado pousio: prática de interrupção temporária de atividade agrícolas, pecuárias ou silviculturais, para permitir a recuperação do solo.
Recebeu veto ainda o Parágrafo 3º do Artigo 4º que não considerava área de proteção permanente (APP) a várzea (terreno às margens de rios, inundadas em época de cheia) fora dos limites estabelecidos, exceto quanto houvesse ato do Poder Público. O dispositivo vetado ainda estendia essa regra aos salgados e apicuns – áreas destinadas à criação de mariscos e camarões.
Foram vetados também os parágrafos 7º e 8º. O primeiro estabelecia que, nas áreas urbanas, as faixas marginais de qualquer curso d'água natural que delimitem as áreas das faixas de passagem de inundação (áreas que alagam na ápoca de cheia) teriam sua largura determinada pelos respectivos planos diretores e pela Lei de Uso do Solo, ouvidos os conselhos estaduais e municipais do Meio Ambiente. Já o Parágrafo 8º previa que, no caso de áreas urbanas e regiões metropolitanas, seria observado o dispositivo nos respectivos planos diretores e leis municipais de uso do solo.
O Parágrafo 3º do Artigo 5º também foi vetado. O dispositivo previa que o Plano Ambiental de Conservação e Uso do Entorno de Reservatório Artificial poderia indicar áreas para implantação de parques aquícolas e polos turísticos e de lazer em torno do reservatório, de acordo com o que fosse definido nos termos do licenciamento ambiental, respeitadas as exigências previstas na lei.
Já no Artigo 26, que trata da supressão de vegetação nativa para uso alternativo do solo tanto de domínio público quanto privado, foram vetados o 1º e 2º parágrafos. Os dispositivos detalhavam os órgãos competentes para autorizar a supressão e incluía, entre eles, os municipais do Meio Ambiente.
A presidenta Dilma Rousseff também vetou integralmente o Artigo 43. Pelo dispositivo, as empresas concessionárias de serviços de abastecimento de água e geração de energia elétrica, públicas ou privadas, deveriam investir na recuperação e na manutenção de vegetação nativa em áreas de proteção permanente existente na bacia hidrográfica em que ocorrer a exploração.
Um dos pontos que mais provocaram polêmica durante a tramitação do código no Congresso, o Artigo 61, foi vetado. O trecho autorizava, exclusivamente, a continuidade das atividades agrossilvipastoris, de ecoturismo e turismo rural em áreas rurais consolidadas até 22 de julho de 2008.
Também foram vetados integramente os artigos 76 e 77. O primeiro estabelecia prazo de três anos para que o Poder Executivo enviasse ao Congresso projeto de lei com a finalidade de estabelecer as especificidades da conservação, da proteção, da regeneração e da utilização dos biomas da Amazônia, do Cerrado, da Caatinga, do Pantanal e do Pampa. Já o Artigo 77 previa que na instalação de obra ou atividade potencialmente causadora de significativa degradação do meio ambiente seria exigida do empreendedor, público ou privado, a proposta de diretrizes de ocupação do imóvel.

Fazenda revisa previsão de crescimento do PIB para 4%

Em fala ao Senado, ministro da Fazenda admitiu pela primeira vez que, se crise piorar, PIB pode cair até 1%

Carolina Freitas
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, participa de audiência pública promovida pela Comissão de Assuntos Econômicos do Senado O ministro da Fazenda, Guido Mantega, participa de audiência pública promovida pela Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (Antonio Cruz/ABr)
Cenário de crise interfere também na previsão do ministro Mantega para a geração de empregos
O Ministério da Fazenda revisou nesta terça-feira de 4,5% para 4% a previsão para crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2012. O novo dado consta de material apresentado pelo ministro Guido Mantega na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. Até a semana passada, Mantega mantinha a expectativa de crescimento do país em 4,5%. Durante sua fala o ministro tentou manter o otimismo que dá a tônica dos discursos do governo nos últimos dias, mas admitiu a possibilidade de deterioração em alguns indicadores diante do cenário internacional.
"Houve uma desaceleração da economia no primeiro trimestre.O cenário internacional piorou no ano passado e isso nos afeta. Mas continuamos trabalhando com a perspectiva de que a economia vai crescer este ano. Não teremos talvez os 4,5% que esperávamos, mas teremos crescimento", disse Mantega.
A previsão do mercado, porém, é inferior à perspectiva oficial para o PIB de 2012. Nesta segunda-feira, o mais recente boletim Focus divulgado pelo Banco Central mostrou que a expectavida dos economistas e analistas do mercado para alta do PIB é de crescimento de 3,09%.

Fonte:http://veja.abril.com.br/noticia/economia/fazenda-revisa-previsao-de-crescimento-do-pib-para-4

Copom deve reduzir Selic para 8,5% nesta 4ª feira, dizem analistas

Com a nova taxa básica de juros, passa a valer a nova remuneração da caderneta de poupança

Banco Central do Brasil, em Brasília Decisão do BC deve abrir caminho para vigência de nova remuneração da poupança (Bia Fanelli/Folhapress)
O Banco Central (BC) realiza nesta quarta-feira o segundo dia da reunião que decidirá a nova taxa básica de juros (Selic) da economia. Neste quarto encontro decisivo do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC em 2012, a taxa, atualmente fixada em 9% ao ano, deve ser novamente reduzida.
A previsão média dos analistas ouvidos pelo site de VEJA é que a autoridade monetária deva dar continuidade à política de corte de juros ao divulgar uma nova diminuição de 0,5 pontos porcentual – a sétima queda seguida da taxa –, para 8,5% ao ano. A medida viria em consonância com as políticas que têm sido implementadas pelo Palácio do Planalto para tentar incentivar o consumo e, assim, impulsionar o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, especialmente em um cenário cada vez mais claro de baixo crescimento doméstico e crise no mercado internacional.

Fonte:http://veja.abril.com.br/noticia/economia/copom-deve-reduzir-selic-para-8-5-nesta-4a-feira-dizem-analistas

Cidades em PE decretam emergência há 10 anos

30/05/2012 06h21 - Atualizado em 30/05/2012 06h31

'Recordistas da seca', cidades em PE decretam emergência há 10 anos

Santa Cruz e Lagoa Grande são cidades vizinhas no sertão pernambucano.
G1 visitou os dois municípios, onde moradores tentam viver de carros-pipa.

Luna Markman Do G1 PE, em Santa Cruz
Mapa seca PE VALE (Foto: Arte/G1)
Duas cidades pernambucanas encabeçam um ranking indesejável no país: elas foram as que mais decretaram emergência nos últimos 10 anos por estiagem, segundo levantamento do G1 junto aos dados da Secretaria Nacional de Defesa Civil (Sedec).
Santa Cruz, a cerca de 670 km do Recife, foi a cidade que mais decretou emergência: 16 decretos desde 2003 (14 por estiagem). O mais recente é de março deste ano, durante uma das piores secas que atinge vários estados do Nordeste.
O município vizinho, Lagoa Grande, apresentou 15 decretos: 14 por estiagem e um por excesso de chuva.
A equipe de reportagem do G1 visitou as duas cidades, onde moradores relatam a vida à base de água salgada. Já as autoridades reclamam do abandono.
Santa Cruz
Com pouco mais de 13 mil habitantes, a cidade do sertão do São Francisco não registrou um quarto da média de chuva prevista para os primeiros cinco meses deste ano, segundo a Agência Pernambucana de Águas e Climas.

Mercado imobiliário aquecido, profissão de corretor de imóveis ganha destaque.

Com o mercado imobiliário aquecido, profissão de corretor de imóveis ganha destaque Conhecendo o mercado e concluindo o curso, um corretor iniciante consegue ganhar entre R$ 4 mil e R$ 5 mil por mês
A cada ano, segundo dados do Sindimóveis-PE, uma média de 600 profissionais tenta a sorte no disputado segmento  (Roberto Ramos/DP/DA Press)
A cada ano, segundo dados do Sindimóveis-PE, uma média de 600 profissionais tenta a sorte no disputado segmento
Turmas completas, alunos atentos às aulas e antenados com as novidades e carências do mercado. Se você imaginou que a descrição se trata de uma das várias salas de cursinhos pré-vestibulares, talvez se surpreenda. Criar solidez e ganhar o respeito no concorrido mercado de corretagem imobiliária requer empenho e conhecimento. A concorrência, aliás, é cada vez mais acirrada.
Leia mais sobre empregos no portal Admite-se

O setor de venda e aluguel de imóveis novos e usados nunca esteve tão aquecido em Pernambuco como nos últimos três anos. De 2009 para cá, a chegada de novas empresas e investimentos ao estado despertou ainda mais o interesse da atividade. Tanto que, a cada ano, segundo dados do Sindicato dos Corretores de Imóveis do Estado de Pernambuco (Sindimóveis-PE), uma média de 600 profissionais tenta a sorte no disputado segmento.

Há espaço para mais, muito mais profissionais. Ao menos 8 mil profissionais, na avaliação do órgão sobre o déficit de corretores no estado. Atualmente, são cerca de 4 mil cadastrados no Conselho Regional dos Corretores de Imóveis 7ª Região (Creci-PE). Conhecer os detalhes, as demandas dos clientes e estar atento a tudo que diz respeito ao mercado é meio caminho andado para ser um bom corretor imobiliário.

Marshall Marques, 46, herdou o gosto pela atividade do pai e há cinco anos atua no ramo imobiliário. Ao lado da sócia Maria Eugênia Falcão, fundou a A.Falcão Corretora e diz que a profissão nunca foi tão procurada como agora. “A fase atual é muito positiva, mas para ser um bom corretor, além de conhecer o mercado, é necessário ter uma equipe competente, como um consultor jurídico, despachante e até mesmo um bom relacionamento nos bancos”, ensina.

Marques tem razão. Ainda mais quando se considera que o mercado anda aquecido, mesmo com a elevação dos preços dos imóveis nos últimos meses. O Índice de Velocidade de Vendas (IVV), ferramenta utilizada pela Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Pernambuco (Ademi-PE) para medir a quantidade de imóveis comercializados mensalmente no Grande Recife, é o termômetro desse crescimento nas vendas.

No mês de abril, segundo a associação, o IVV atingiu a marca de 14%, um pouco menor que março. Foram vendidos em 400 e 500 unidades habitacionais no período. “Parece pouco, mas se consideramos um estoque neste mês de 4,5 mil unidades, o resultado foi satisfatório. Parte disso se deve ao trabalho realizado pelos bons corretores, que melhoraram o nível de atuação no estado. A tendência é de cada vez mais o setor se profissionalizar”, atesta Eduardo Moura, presidente da Ademi-PE.

O caminho parece mesmo promissor. Atualmente, um corretor que completa o curso de Técnico em Transações Imobiliárias (TTI), exigido pela classe para exercer a profissão, e recém-inscrito no Creci-PE, consegue um salário razoável. “Conhecendo um pouco do mercado e concluindo o curso, um corretor iniciante consegue ganhar entre R$ 4 mil e R$ 5 mil por mês. Mas isso varia, pois depende do valor do imóveis. Uma venda bem feita pode render uma comissão gorda”, revela Marques.

Augusto Freitas

Petrobras não vai interferir na escolha da empresa que vai transferir tecnologia ao Estaleiro Atlântico Sul .

"Não posso escolher com quem você vai casar", ironiza Machado sobre parceiro do EAS Presidente da Transpetro diz que a subsidiária da Petrobras não vai interferir na escolha da empresa que vai transferir tecnologia ao Estaleiro Atlântico Sul .
O presidente da Transpetro ao lado do governador Eduardo Campos e da presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster: festa para o João Cândido dois dias antes da má notícia (Blenda Souto Maior/D.A Press)
O presidente da Transpetro ao lado do governador Eduardo Campos e da presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster: festa para o João Cândido dois dias antes da má notícia
“Estou fazendo o cumprimento do que prevê meu contrato.” É assim que o presidente da Transpetro, Sérgio Machado, resume a polêmica suspensão das encomendas de 16 dos 22 navios que seriam construídos no Estaleiro Atlântico Sul (EAS), ao custo de R$ 5,3 bilhões. Em entrevista ao Diario nesta terça-feira (29), Machado reforçou a necessidade de o estaleiro pernambucano encontrar um parceiro tecnológico. O prazo final dado pela empresa foi o dia 30 de agosto.

“O contrato com a Samsung só cobria até o sexto navio. Então, na verdade, eles estavam inadimplentes com o meu contrato. Eu não posso manter um contrato inadimplente, sem tomar as devidas providências. Não seria bom nem para o estaleiro, nem para mim”, justifica o presidente da subsidiária da Petrobras, que na última sexta-feira (25) veio ao estado para participar da cerimônia de entrega do navio João Cândido, o primeiro petroleiro fabricado pelo EAS.

Segundo Sérgio Machado, a suspensão se deu em comum acordo, através de um aditivo. Ainda de acordo com ele, a Transpetro não está ajudando a empresa a resolver o problema com o futuro parceiro técnico. “Não posso escolher com quem você vai casar. Ninguém pode ajudar nesse processo. É uma escolha pessoal. Até porque se eu interferir nisso, depois a escolha que eu fiz tem uma responsabilidade. Eu não sou construtor. Sou comprador”, diz.

Histórico
Em março deste ano, a sul-coreana Samsung, que detinha 6% do Estaleiro Atlântico Sul, abandonou o negócio. Apenas os seis primeiros navios do EAS, contarão com a sua assistência técnica, porque a ex-sócia já recebeu US$ 60 milhões pela transferência de tecnologia.

No último domingo (27), dois dias após a entrega do João Cândido - primeiro navio do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef) -, a Transpetro divulgou uma nota informando a suspensão dos contratos até o dia 30 de agosto de 2012. Dentro deste prazo, o EAS terá de conseguir um parceiro técnico com comprovada experiência na construção de navios e apresentar um plano de ação com cronograma confiável, além de um projeto de engenharia que atenda às especificações contratuais.

Durante o período de suspensão, não serão aportados recursos na construção dos navios e a Transpetro não será responsável por custos incorridos pelo estaleiro em decorrência da suspensão. “Caso, ao final deste prazo, o EAS não cumpra essas exigências, os contratos de compra e venda dos navios poderão ser rescindidos, mantida a possibilidade de aplicação de sanções previstas nos contratos”, diz a nota. O EAS também poderá pagar multa pelos atrasos na entrega das embarcações. O estaleiro tem 30 dias para recorrer.

Mirella Falcão - Estado de Minas

terça-feira, 29 de maio de 2012

Crime ambiental

CRIME AMBIENTAL

Loteamento aterra área de manguezal no Jiquiá

Alvo de especulação imobiliária, terreno foi invadido e teve árvores derrubadas. A Prefeitura do Recife apreendeu motosserras, foices e facões no local.

 

Do JC Online

Várias árvores da área protegida foram cortadas. / Foto: Bobby Fabisak/JC Imagem

Várias árvores da área protegida foram cortadas.

Foto: Bobby Fabisak/JC Imagem

Área de 2 mil metros quadrados de mangue está sendo aterrada no Jiquiá, Zona Oeste do Recife, provavelmente para dar lugar a um loteamento irregular. O terreno, na esquina das Ruas Jaguaruana e Príncipe da Beira, teve várias árvores derrubadas nos últimos três meses, apesar da atuação da Brigada Ambiental. São mangues-brancos, muitos deles com quase 30 metros de altura.

Moradores informam que o lugar é alvo de especulação imobiliária. “É tipo uma grilagem. O pessoal vem e derruba e divide os lotes para depois vender”, declara João Bento Júnior, que há sete anos vive na rua Jaguaruana.

Ele e outros vizinhos dizem que agentes da Brigada Ambiental, vinculada à prefeitura, vistoriam a área quase diariamente. “Faz três meses que tá esse vaivém. Os guardas flagram, mas, quando eles vão embora, o pessoal volta a atuar”, relata o mecânico José Carlos Alves de Miranda, morador da Rua Príncipe da Beira.

O mecânico conta que chegou a demarcar um lote na área. “Vi o pessoal agindo e, como pago aluguel, contratei uma pessoa para fincar umas estacas para mim. O serviço custou R$ 150. No dia seguinte um policial que todo mundo diz ser o cara que comanda a invasão foi na minha oficina e me ameaçou. Ele disse que os lotes seriam vendidos para umas famílias que vinham do interior”, descreve. “Ele mora aqui perto e tem casa própria”, denuncia.

O diretor de meio ambiente da prefeitura, Clovis Barreto, afirma ter apreendido motosserras, foices e facões. “Até um trator nós recolhemos, semana passada”, relata. “Também conduzimos gente para a Delegacia de Meio Ambiente, mas é como uma briga de gato e rato, não tem fim.”

Segundo ele, os crimes cometidos pelos infratores são ocupação irregular e supressão de vegetação de Área de Preservação Permanente (APP). “Estamos pensando em montar guarda permanentemente no local”, adianta. Para Clóvis Barreto, a proximidade com o Parque Jiquiá tem estimulado a especulação imobiliária no bairro. “As pessoas querem ocupar o entorno do parque para ter direito à indenização”, infere.

O professor Paulo Cahu, que mora na Rua Príncipe da Beira, diz que a construção do Canal do Iraque, pela prefeitura, facilitou a invasão. “A empreiteira tampou a comunicação natural que havia entre o Rio Tejipió e o mangue. O solo secou e ficou mais fácil desmatar e aterrar”, revela.

Preocupado com a favelização da área e com a preservação do manguezal, ele bancou o cercamento de outro trecho de mangue do bairro, próximo ao que está sendo desmatado. E afixou placas informando se tratar de APP.

Suape

Samsung está fora do Estaleiro

 

Adriana Guarda


A Samsung está fora da sociedade no Estaleiro Atlântico (EAS), no Complexo de Suape. A empresa sul-coreana vendeu seus 6% de participação no empreendimento para os sócios Camargo Corrêa e Queiroz Galvão, que passarão a dividir o controle acionário, cada um com 50% do negócio. A informação foi confirmada por uma fonte da Camargo Corrêa.
A saída da Samsung vai de encontro às negociações que vinham sendo comandadas pela presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, para içar a companhia coreana ao controle majoritário do estaleiro. Informações de mercado davam conta de que executivos e operários coreanos estariam desembarcando em Pernambuco num processo de transição.
As mudanças no controle acionário já vinham ocorrendo, com aumento de participação dos sócios majoritários. O grupo de empresários fluminenses da PJMR, que detinham 1% de participação, saíram do negócio. E a Samsung reduziu sua participação de 10% para 6%.
Considerado o marco da retomada da indústria naval no Brasil, o Atlântico Sul vem enfrentando dificuldades financeiras e para entregar às encomendas à Transpetro. Lançado ao mar desde maio do ano passado, o navio João Cândido continua em fase de acabamento e só deverá fazer a prova de mar (teste de navegação) este mês.
A única encomenda entregue pelo EAS foi o casco da plataforma P-55, que foi encomendada pela Petrobras. O estaleiro tem um pacote de encomendas estimado em R$ 7 bilhões para construir 22 navios petroleiros para o Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef) da Transpetro, além de sete sondas de perfuração para a Petrobras.
O Atlântico Sul é um investimento de R$ 1,8 bilhão. No ano passado chegou a ter 11 mil funcionários para acelerar a fabricação do João Cândido e da P-55, mas desmobilizou boa parte da mão de obra e conta hoje com cerca de 5 mil funcionários.


Jornal do Comércio

Qualidade em Pernambuco


O Estaleiro Atlântico Sul atende aos mais rígidos padrões internacionais da indústria naval e offshore para as áreas de qualidade, segurança, meio ambiente e saúde, que, no Estaleiro, fazem parte do Sistema Integrado de Gestão (SIG). Ao seguir as exigências mundiais, a corporação firma seu compromisso com clientes, fornecedores e entidades do setor naval de obter as certificações ISO 9001, ISO 14001 e OHSAS 18001.

http://www.estaleiroatlanticosul.com.br/

Atlântico Sul

Características


O Estaleiro Atlântico Sul conta com capacidade de processamento de 160 mil toneladas de aço/ano, 1 milhão e 620 mil metros quadrados de terreno, área industrial coberta de 130 mil metros quadrados e um dique seco de 400 metros de extensão, 73 metros de largura e 12 metros de profundidade. O dique é servido por dois pórticos Goliaths de 1.500 toneladas/cada, dois guindastes de 50 toneladas/cada e dois de 35 toneladas/cada.

O porte destes equipamentos permite reduzir substancialmente o tempo de edificação, possibilitando ao Estaleiro Atlântico Sul figurar no seleto time das plantas navais de quarta geração, junto aos estaleiros asiáticos, considerados a vanguarda da construção naval mundial.

O Estaleiro Atlântico Sul possui também um cais de acabamento com 730 metros de extensão, equipado com dois guindastes de 35 toneladas. Outros 680 metros de cais são utilizados para a construção de plataformas offshore.


domingo, 27 de maio de 2012

Salgueiro

PLATARFORMA MULTIMODAL DE SALGUEIRO É UMA DAS
PRIORIDADES DO ESTADO DE PERNAMBUCO

O governador Eduardo Campos está anunciando três projetos bilionários na área de logística como prioridades para este segundo semestre. Entre eles está o projeto da Plataforma Logística Multimodal de Salgueiro – que compreende uma área de carga e descarga que junta  transporte rodoviário e ferroviário - e é considerado um empreendimento dos mais importantes dentro do projeto de interiorização do desenvolvimento do Estado.

Marcelo Veiga

Nosso orgulho

Cais
Quantidade de Berços, Tamanho dos Berços, Quantidade de Terminais (Públicos e Privativos, Extensão, Profundidade, Capacidade (navios)
Porto interno:
Atualmente, o porto possui 5 berços em atividade, todos com 15,5 metros de profundidade.
Cais 1 – É público, possui 275 m de extensão e movimenta carga geral, predominando a operação de minério de ferro, coque, escória e clínquer.
Cais 2 e 3 – Berços Privados que concentram a movimentação de contêineres, arrendados à empresa Tecon Suape, subsidiária da International Container Terminal Inc.. Ao todo são 660 m de cais com capacidade para movimentação de 600 mil contêineres/ ano.
Tecon –Suape:
Estrutura
Berço com 935m de extensão, sendo 660m de cais próprio (arrendado) e utiliza mais 275m de cais público.
Calado: 15,5m
Canal de Acesso: 390m de largura por 16,5m de profundidade.
Cais 4 – Inaugurado em 2007, é público e possui 330 metros de extensão. Atualmente, movimenta carga geral e grãos. A perspectiva do porto é iniciar em breve o desembarque de veículos por meio desse terminal. Um esteira rolante de 1,5 km foi construída para interligar esse cais ao moinho de trigo da Bunge Alimentos que já opera em Suape. Anualmente, serão movimentadas 800 mil toneladas do grão para processamento.
Cais 5 – Inaugurado em setembro de 2009, com 335 metros de extensão, o novo berço deverá movimentar nos primeiros anos de operação cargas gerais e açúcar a granel.
Porto Externo:
Possui um molhe de pedras de proteção em "L", com 3 mil metros de extensão e abriga dois píeres de granéis líquidos, um cais de múltiplos usos e uma tancagem flutuante de GLP. Um píer petroleiro com dois terminais de atracação está sendo construído com previsão para ser inaugurado em 2010. Navios petroleiros de até 170 mil TPB poderão atracar em Suape depois dessa obra.
Píer de Granéis líquidos 1 – PGl 1
Possui 330m de extensão, 2 berços para navios de 190 metros de comprimento e 14m de profundidade para atracação de navios de 45 mil TPB. Sua plataforma central conta com 84m comprimento e 25m de largura, 4 dolfins laterais e ponte de acesso a tubulações de transporte de granéis líquidos.
Píer de Granéis líquidos – PGl 2
Com 386m de extensão, tem 2 berços para navios de 270m e 14,5m de profundidade para atracação de navios de 90 mil TPB. Possui plataforma de operações com 10 dolfins para atracação e amarração. Ambos píeres são operados por empresas habilitadas pela Agência Nacional de Petróleo, a ANP e pré-qualificadas pelo Porto de Suape.
Cais de Múltiplos Usos (CMU)
Terminal Marítimo com 320m de comprimento por 39m de largura, 15,5 m de profundidade e dois berços de atracação. O berço leste tem capacidade de receber navios de até 260m de comprimento e o oeste recebe navios de até 150m. Possui ponte de acesso com 20m de extensão e 15m de largura, 18 cabeços de amarração no berço leste e 14 cabeços no berço oeste, e um terminal roll-on-off, com rampa de 30m de comprimento e 20m de largura.
Tancagem Flutuante de GLP
Realizada por navio de gás refrigerado de 45 mil TPB e 75 mil m³ de capacidade, que atende, a contrabordo, a navios de igual porte. Atualmente, a tancagem está atracada no berço oeste do PGL-1.
Calado máximo: 20 metros na bacia de evolução do porto externo.
Tempo médio de espera para atracação: Em geral os navios não precisam aguardar para atracar.
Capacidade média de carga e descarga: Graneis líquidos – píeres – 1 mil m³p /hora. Contêineres – 40 contêineres por hora.
Graneis sólidos – 800 toneladas por hora.
Pátios – 45 hectares.
Tanques - 500 mil m³ de graneis líquidos.
Nº de silos e capacidade – 9 silos de 5 mil toneladas (cada) em um total de 45 mil toneladas.
Área de contêineres (m2): 45 hectares.
Área alfandegada – 55 hectares.
Área total – 13,5 mil hectares.

Volume total de produtos movimentados (toneladas/ano) – Em 2009 foram movimentadas no porto 7,7 milhões de toneladas de carga. Em 2008, foram 8,6 milhões.

Principais produtos movimentados - Granéis líquidos (derivados de petróleo, produtos químicos, álcoois, óleos vegetais etc), granéis sólidos, carga geral e contêineres.
Software para controle de pátio, de navios e/ou para simulação/otimização – Está em fase de implantação o sistema de monitoramento da navios à lase AIS/ VTS.

Equipamentos:
a) Empilhadeiras
b) guindastes,
c) portêineres
d) transtêineres
e) outros (acrescentar)
Tecon Suape:
2 portêineres Post-Panamax com capacidade com 65t
cada.
2 portêineres Panamax com capacidade para 40t.
10 Reach Stacker com capacidade para 45t.
8 trantêineres RTG’s, sendo 2 com capacidade de 41t.
e 2 de 35t.
520 tomadas reefers para contêineres congelados.
50 tomadas para PTI (Pré Trip Inspetion).
11 carretas.
Cais 1
2 Guindaste LIEBHERR – Brandão & Filhos e Mhag Mineração – Ambos com capacidade para movimentar 18 mil toneladas por dia.
2 Esteiras rolantes móveis.
PGl 1
10 Braços mecânicos.
PGl 2
4 Braços mecânicos.
Força de Trabalho
a) Quantidade de pessoas trabalhando (efetivas e temporárias)
Cerca de 15 mil trabalhadores estão em Suape hoje, entre funcionários das empresas e pessoas envolvidas nas obras de implantação dos empreendimentos e nas obras de infraestrutura.
Expertise do porto?
Em análise realizada pela COPPEAD/ UFRJ em 2007, o Porto de Suape foi considerado o melhor porto público do País, e um estudo da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) classificou o porto como a Segunda Melhor Gestão Ambiental entre os Portos Brasileiros. Em 2010, o Instituto de Logística e Supply Chain (Ilos) apontou Suape como o Melhor Porto Brasileiro em pesquisa realizada com mais de 300 empresários.

http://www.suape.pe.gov.br/port/port-structure.php
meio-ambiente
O Complexo de Suape estrutura um crescimento em bases sólidas e com vistas ao futuro para essas e para as próximas gerações. Adota, desde sua criação (ainda na década de 70), uma política preventiva, construtiva e de compensação ambiental. Dos seus 13,5 mil hectares, 59% são destinados à preservação do meio ambiente.

Nos últimos anos, a preocupação em manter esse percentual só aumentou. Dentro de seu programa de sustentabilidade, Suape implanta e desenvolve os Programas Básicos Ambientais (PBAs); realiza o plantio de mudas nativas da Mata Atlântica, o diagnóstico e o reflorestamento de áreas degradadas e recolhe e trata os resíduos sólidos por meio de um Centro de Triagem instalado na zona portuária.

Para promover a consciência ecológica dos moradores das comunidades e dos colaboradores das mais de cem empresas do Complexo, Suape criou o Programa de Educação Ambiental (PEA); nos moldes do Programa Ambiental das Nações Unidas, os cursos relacionam desenvolvimento econômico, conservação ambiental e recuperação dos recursos naturais do Complexo. Junto a isso, a construção de um Centro de Tecnologia Ambiental (CTA), em parceria com a Petrobras, integrará as atividades de proteção ambiental às atividades socioeconômicas e educacionais em desenvolvimento.

http://www.suape.pe.gov.br/sustainability/environment.php

Suape marca presença na 29° Feira Internacional da Mecânica

Suape marca presença na 29° Feira Internacional da Mecânica


Com o intuito de atrair empresas para adensarem as cadeias de metal-mecânica e tecnologia no Estado, o Complexo Industrial Portuário de Suape está participando da 29ª Feira Internacional da Mecânica. O evento acontece de 22 a 26 de maio, no Parque de Exposições do Anhembi, em São Paulo.

Representam Suape no encontro, o diretor do Fórum Suape Global, Silvio Leimig, e o coordenador executivo do projeto, Sérgio Loyo. Também faz parte da comitiva o superintendente de pesquisa e pós-graduação do ITEP, Geraldo Eugênio. A Feira da Mecânica é uma das principais mostras do setor industrial da América Latina. Somente na última edição, realizada em 2010, recebeu 1.945 expositores e 105.851 visitantes.

COLOGEA

A COLOGEA - Consultoria de Logística e Geografia Aplicada, é uma empresa que tem uma missão de cunho social, ambiental e científico. Busca prestar um serviço de informação, formação e logística reversa que atenda as mais variadas vertentes, que vai desde o estudante secundarista as grandes empresas transnacionais. Acreditamos que é possivel viver de modo harmonizado com o planeta, formando e conscientizando cidadãos. Diante dessa visão, trabalhamos na perspectiva de cada vez mais criar soluções que atenuem os impactos ambientais causados pela sociedade de consumo.