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quarta-feira, 12 de junho de 2013

É preciso se apropriar dos recursos naturais

Pesquisadora titular da Coordenação de Estudos em Ciência Tecnologia e Inovação da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), Lúcia Melo enfatiza o papel da indústria no estabelecimento de uma gestão responsável. Para a estudiosa é importante que as empresas locais identifiquem as demandas trazidas pelas indústrias que estão se instalando em Pernambuco. Mas para isso precisam contar com pessoas capacitadas e migrar seus negócios para a produção limpa, de fontes renováveis, com atenção às mudanças climáticas, como forma de assegurar condições de sustentabilidade aos investimentos. 

“O Brasil é privilegiado em termos de recursos naturais e pode ter uma agenda de produtos embasados na diversidade da nossa biomassa, por exemplo. É preciso competência em várias áreas para explorar esse patrimônio”, ressalta. 

Dentro da macropolítica de desenvolvimento sustentável, Lúcia Melo destaca a importância dos países tropicais de dominar tecnologias adequadas para se apropriar da exploração dessas fontes renováveis. “A exploração da agropecuária brasileira, por exemplo, depende do uso racional da água, e a biodiversidade permite o desenvolvimento de fármacos importantes para o País. Portanto, esse capital natural só faz sentido se puder ser apropriado”, alerta. 

A pesquisadora destaca o papel da tecnologia para que haja um maior aproveitamento desses recursos naturais e uma maior eficiência no consumo de insumos como energia. 

Lúcia Melo defende a tese de que a tecnologia pode contribuir para valorizar e tornar viável alguns serviços a serem explorados em espaços de desenvolvimento, tais como o processamento de produtos, que são a base de ecossistemas menores; manejo sustentável de floresta, bioindústria em diferentes níveis, bioenergia de diversos espaços territoriais. 

Muitas vezes esses sistemas para se integrarem precisam de tecnologia de alto conteúdo científico para o qual nossa capacidade é limitada, ainda que em curva ascendente.

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