Escolas investem em projetos de conscientização dos pequeninos, a partir de hortas até o cuidado com os animais
Por Cláudia Santos
CASCUDO Jabuti cedido pelo Ibama está sendo reabilitado para retornar à natureza
Desde a Conferência da ONU em Estocolmo (Suécia), em 1972, que se constatou que uma das soluções para reverter a degradação ambiental seria educando a humanidade. O intuito é modificar o comportamento do ser humano que há séculos usa os recursos da natureza como se eles fossem infinitos.
“A educação ambiental é um instrumento para trabalhar a conscientização da população para a necessidade de rever suas condutas visando a preservação do meio ambiente”, conceitua Soraya El-Deir, professora de gestão ambiental da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e pesquisadora líder do Grupo de Gestão Ambiental de Pernambuco (Gampe).
No ambiente escolar, a educação ambiental, passou a ser um tema transversal, isto é, que pode ser abordado em todas as disciplinas. E uma das matérias que mais remete ao assunto é a de ciências. A ponto de o colégio Madre de Deus realizar várias ações sobre meio ambiente dentro do Projeto de Iniciação Científica, que é realizado em parceria com o Espaço Ciência.
Numa delas, os alunos pesquisam sobre as causas e as soluções para a poluição do Canal de Setubal, na Zona Sul do Recife, próximo ao colégio. Em outra, eles pesquisam sobre o avanço do mar nas praias. “Ao todo são 12 projetos, cujos resultados serão apresentados num evento no Parque Dona Lindu”, diz a coordenadora pedagógica Pollyanna Barreto.
Neste ano, a questão ambiental será abordada a partir da importância do cuidado com o outro. Salas da educação infantil adotaram um mascote, seja um planta, um peixe, um pintinho, e os alunos aprendem a cuidar deles.
A escola Fazer Crescer também tem um mascote: o Cascudo um simpático jabuti que foi cedido pelo Ibama e está hospedado no colégio. O animal está sendo reabilitado e embreve retornará à natureza. “Ele é usado nas aulas para o ensino infantil sobre as características do animal, além de despertar o respeito aos bichos, e também nas aulas sobre seres vivos no 5º ano”, explica Denise Paranhos, paisagista e coordenadora dos projetos ambientais da escola.
O colégio desenvolve vários projetos, sendo que o pioneiro foi o Lixo que Vira Pão. “Temos uma estação de coleta que também é disponibilizada para a comunidade. O nome faz alusão ao fato de que o lixo vai para o depósito de recicláveis da prefeitura e ajuda no sustento dos catadores”, explica Denise.
“A educação ambiental é um instrumento para trabalhar a conscientização da população para a necessidade de rever suas condutas visando a preservação do meio ambiente”, conceitua Soraya El-Deir, professora de gestão ambiental da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e pesquisadora líder do Grupo de Gestão Ambiental de Pernambuco (Gampe).
No ambiente escolar, a educação ambiental, passou a ser um tema transversal, isto é, que pode ser abordado em todas as disciplinas. E uma das matérias que mais remete ao assunto é a de ciências. A ponto de o colégio Madre de Deus realizar várias ações sobre meio ambiente dentro do Projeto de Iniciação Científica, que é realizado em parceria com o Espaço Ciência.
Numa delas, os alunos pesquisam sobre as causas e as soluções para a poluição do Canal de Setubal, na Zona Sul do Recife, próximo ao colégio. Em outra, eles pesquisam sobre o avanço do mar nas praias. “Ao todo são 12 projetos, cujos resultados serão apresentados num evento no Parque Dona Lindu”, diz a coordenadora pedagógica Pollyanna Barreto.
Neste ano, a questão ambiental será abordada a partir da importância do cuidado com o outro. Salas da educação infantil adotaram um mascote, seja um planta, um peixe, um pintinho, e os alunos aprendem a cuidar deles.
A escola Fazer Crescer também tem um mascote: o Cascudo um simpático jabuti que foi cedido pelo Ibama e está hospedado no colégio. O animal está sendo reabilitado e embreve retornará à natureza. “Ele é usado nas aulas para o ensino infantil sobre as características do animal, além de despertar o respeito aos bichos, e também nas aulas sobre seres vivos no 5º ano”, explica Denise Paranhos, paisagista e coordenadora dos projetos ambientais da escola.
O colégio desenvolve vários projetos, sendo que o pioneiro foi o Lixo que Vira Pão. “Temos uma estação de coleta que também é disponibilizada para a comunidade. O nome faz alusão ao fato de que o lixo vai para o depósito de recicláveis da prefeitura e ajuda no sustento dos catadores”, explica Denise.
IRRIGAÇÃO
A escola dá atenção especial ao verde. Foi montado um jardim vertical, que é regado por microaspersão para evitar o desperdício de água. Neste sistema, um sensor capta a umidade do solo e só faz a rega, por meio do gotejamento, caso necessite. Há também uma horta, cujo adubo é feito emcomposteira, onde são depositados cascas de fruta e restos de verduras da cantina, além de folhas secas da Praça do Rosarinho, que é adotada pela escola. Tanto a horta, quanto o jardim e os demais canteiros do colégio são abastecidos por meio do reúso da água da chuva.
Todos esses programas são utilizados no aprendizado dos alunos. “No 8º ano a compostagem, por exemplo, é abordada nas aulas de química para mostrar como ocorre o processo de decomposição das substâncias orgânicas em adubo”, explica Andréa Sílvia, coordenadora pedagógica.
Os projetos têm conseguido o intuito de modificar o comportamento dos alunos e até dos pais. “Hoje na escola mais de 50% trazem uma caneca de casa para não usar copos descartáveis”, exemplifica Pollyana.
Todos esses programas são utilizados no aprendizado dos alunos. “No 8º ano a compostagem, por exemplo, é abordada nas aulas de química para mostrar como ocorre o processo de decomposição das substâncias orgânicas em adubo”, explica Andréa Sílvia, coordenadora pedagógica.
Os projetos têm conseguido o intuito de modificar o comportamento dos alunos e até dos pais. “Hoje na escola mais de 50% trazem uma caneca de casa para não usar copos descartáveis”, exemplifica Pollyana.
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